Mais Indy!

(Tá chovendo Indy!) - Tá bom, já é notícia velha essa leva de modelos da Indy. Mas é que eu não tinha postado aqui nesse blog ainda, só coloquei pra baixar no F1 Paper Downloads. Mas mesmo atrasado eu preciso deixar registrado aqui a criação dessas belezinhas. 

Todos são chassi Reynard, o que facilitou a adaptação de vários carros com pinturas diferentes, mesmo que em anos diferentes. Pouca coisa mudou nesse chassi na década de 1990 nesses modelos. 

Época em que o Brasil tinha uma leva enorme de pilotos na categoria e vinha ganhando várias corridas. Época da extinta Cart, em que os carros eram lindos. 

Pra quem gosta é só ir até o F1 Paper Downloads e baixar o seu preferido. Ou baixar todos! Fiquem à vontade.













Jordan 196 - Rubens Barrichello - GP do Japão 1996

 (Caixinha de cigarros dourada) - Rubens Barrichello e Martin Brundle correram nesse belíssimo carro dourado (que iniciou o ano numa cor de vômito) em 1996. Foram 22 pontos e um 5º lugar no campeonato de construtores, e último ano de Rubinho na equipe que o convidava a se retirar no final do ano. Assim indo correr na Stewart no ano seguinte.

Modelinho complicadinho que inventei de projetar. Mas se fosse muito simplificado perderia a beleza das curvas e as duas entradas de ar laterais nos sidepods são essenciais para manter a característica principal desse carro. *SPOILER: vai dar trabalho.

Mas nada que o faça arrancar os cabelos. Vai um PDO do carro em 3D para olhar as "entranhas" do modelo e facilitar a montagem. A cor ficou um pouco escura nesse teste mas já clareei um pouco no arquivo final que está disponível no F1 Paper Downloads >>> cliqua aqui pra baixar o modelo.

Agradecimento especial ao Samuel Gauer que montou o modelo de teste soberbamente. Agora é baixar e se divertir com um dos carros que mais me pediram nas redes nos últimos tempos, e que faltava no papercraft.




Jaguar XJR-8 Le Mans 1987

 (Brasil... sil... sil...sil...) - Pouca gente lembra mas tivemos um campeão de Endurance na década de 80, um ano antes de Senna ganhar seu primeiro título. Foi Raul Boesel a bordo de um Jaguar XJR-8 de 12 cilindros em V, passando de 780vc de potência. Um verdadeiro monstro sobre rodinhas.

O modelo que criei é baseado no carro que correu as 24 Horas de Le Mans, tendo chegado em 5º lugar ao final da corrida. Dividindo o volante com Raul Boesel tivemos Jan Lammers e Eddie Cheever. Ao final do ano foram campeões do IMSA GT daquele ano.

Pra baixar o modelo "0800" é só ir no F1 Paper Downloads.








Camaro ZL1 Nascar Guns n' Roses Erik Jones Daytona 500 2023 by F1 Paper

 (Wellcome to the Jungle, baby) - Usando a base do Camaro ZL-1 que criei no ano passado para o carro do Kimi Raikönnen fiz esse lindo layout usado por Erik Jones nesse ano de 2023 na Daytona 500. O carro todo com as logomarcas da banda Guns n' Roses, que é um dos parceiros da equipe.

Pra quem curte velocidade e rock n' roll é um belo enfeite de estante. Pra fazer é só baixar e montar. E tá "de grátis" no F1 Paper Downloads!







Coleçãozinha da Indy

(Indyezado) - Essa postagem é só pra apresentar alguns modelos que criei esses dias e está disponível no F1 Paper Downloads. O projeto inicial era o DW12 que Tony Kanaan venceu a Indy 500 de 2013. Mas como o chassi é o mesmo deu pra criar outros "layouts" como a KV do Rubens Barrichello, a Andretti da Bia Figueiredo de 2012 e a Ganassi do Dario Franchittti, esse último vencedor da Indy 500 de 2012. 

São modelos relativamente fáceis de montar e estão disponíveis pra download gratuito no blog F1 Paper Downloads.







Tutorial - Como baixar e receber a senha dos arquivos do Sunny78

Tutoriando - Algumas pessoas encontram dificuldade em baixar os modelos e a senha para descompactar os arquivos que o designer Sunny78 disponibiliza. É um formulário do Google que é utilizado, simples de usar mas que vem em japonês. Usando o recurso de tradutor do Google em qualquer navegador é simples traduzir a página toda. 

Essa exigência é do autor dos projetos e devemos respeitar. Ele exige que não se compartilhe as senhas, nem os arquivos descompactados. E deixa isso bem claro nas condições do formulário.

Por isso fiz esse breve tutorial para ajudar quem ainda não conseguiu baixar e receber a senha para descompactar os arquivos.



Clique com o botão direito do mouse sobre qualquer parte da página e selecione "Traduzir..."






Aqui você já pode baixar os arquivos. Esse link te leva para uma pasta com todos os modelos disponibilizados pelo autor. Escolha o que você quer baixar.





Preencha esse campo com seu e-mail válido.



Preencha esse campo com seu nome. Os demais campos não são obrigatórios.



Selecione a opção "Concordar"



Mais abaixo clique nesse botão roxo. Ele pode voltar em japonês mas é só traduzir a página se precisar de novo.




Quando clicar no botão roxo vai abrir o formulário novamente numa nova página. Nela é só descer e copiar a senha que aparece nesse espaço que cobri na imagem. Com ela você descompacta o arquivo que vem os modelos.



Puma GT 1600 1978

(Felino de fibra) - Esportivo da década de 1970, era carro de rico. Passou os anos 1980 e caiu no esquecimento. E agora, um exemplar bem conservado volta a ser carro de rico. Esportivo nacional numa época que importações eram proibidas pela ditadura militar continua sendo um carro lindo. Eu sempre fui apaixonado por esse desenho.

Então resolvi fazer essa miniatura. Esse protótipo não ficou muito bem acabado pois acabou ficando muito miúda a escala pra tanto detalhe que coloquei no projeto. Aconselho a imprimir em A3, assim ficará maior e mais confortável pra montar - esse da foto ficou com 17cm impresso em A4.

Lá embaixo, depois das fotos tem o link para o blog de downloads. Divirtam-se!









Para baixar clique AQUI

Liberado! Ligier JS31 1988

( Download?) - Está disponível para download minha mais nova cria: Ligier JS31 de 1988 versão GP de Mônaco.

Sempre achei esse carro lindo, mesmo não tendo nenhum resultado bom naquela temporada. 1988 foi o ano que eu comecei a seguir pra valer a Formula 1 e, como todos já sabem é minha temporada favorita. Muito pelos carros desse ano que eram lindos!

Modelagem e design gráfico todo desenvolvido do zero essa Ligier não é das mais fáceis de se montar. Não por ser complexa (o que não é) mas pela delicadeza para montar principalmente partes como os sidepods. Alguns locais ficaram bem estreitos para se fazer o corte e colar as abas. Mas com capricho dá pra se tirar de letra.

Gostaria de agradecer o pessoal do Apoia.se por ajudar o blog e que recebeu o arquivo antecipadamente. Se você quiser e puder ajudar faça parte também dessa turma de apoiadores. Assim podemos manter esse blog e o F1 Paper Downloads sempre atualizado e sempre que eu puder trazendo modelos exclusivos como essa Ligier. 








Para baixar esse modelo é só clicar no link: https://f1paperdownloads.blogspot.com/2023/03/ligier-js31-stefan-johansson-monaco-gp.html


McLaren MP4/5 GP do Japão de 1989. O carro da treta!

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De A a Z - História das Equipes da Formula 1 - Osella

 

Filiação:
Osella (1980-1990) Fondmetal (1991-1992)


"Enzo Osella não é iniciante quando decide entrar na Fórmula 1.

 

Na verdade, ele está à frente de uma equipe de carros esportivos que criou em 1972. Ele decidiu em 1980 entrar no fundo do poço da F1. Para isso, pede a Giorgio Stirano que desenhe um carro para ele: o FA-1. Ele fica realmente pronto muito rápido, até rápido demais... É equipado com o motor Ford Cosworth V8, mas desde sua estreia na Argentina, o carro é dramaticamente pesado.

A frase cai: Eddie Cheever tenta em vão se classificar, a mais de 10s da pole. Levará um mês para ver o FA-1 perder 45kg para o Grande Prêmio de Kyalami. Cheever se qualifica, mas desiste da corrida devido a um acidente.

A qualificação torna-se cada vez mais frequente à medida que a temporada avança, mas o carro não é confiável e Cheever só vê a bandeira quadriculada uma vez no Grande Prêmio da Itália, na 12ª colocação.

 

Em 1981, o FA-1B fez sua estreia. É apenas uma evolução do anterior, claro. Cheever tendo ido para Tyrrell, Osella optou por contratar pilotos pagando principalmente com seu modesto orçamento. Assim sucederão Giorgio Francia, Beppe Gabbiani, Piercarlo Ghinzani, Miguel Angel Guerra e finalmente Jean-Pierre Jarier. Quase todos eles são pilotos pagos. Jean-Pierre Jarier se destaca, oferecendo grandes atuações à equipe (dois 8ºs lugares, um 9º e um 10º). O balanço da temporada de 81 permanece, no entanto, muito mediano.

 

Em 1982, Jean-Pierre manteve o cargo, mas o início da temporada foi desastroso. Três abandonos em três corridas e uma classificação muito ruim. Riccardo Paletti se junta a Jarier vindo do Grande Prêmio Oeste dos Estados Unidos. No entanto, ele está tendo dificuldades para se classificar. Para Jarier tudo está indo bem, pagando o luxo de um 10º lugar no grid neste mesmo Grande Prêmio. Mas acima de tudo um 9º lugar em San Marino resultou num magnífico 4º lugar na corrida do dia seguinte. Osella finalmente parece decolar para sua terceira temporada.

Mas a alegria diminuirá rapidamente durante o Grande Prêmio seguinte, Jarier tendo dificuldade em se desvencilhar do pelotão. O pior acontece durante o Grande Prêmio do Canadá. Na largada, Riccardo Paletti se classificando no final do grid não conseguiu evitar a Ferrari Didier Pironi que estagnou no grid. Ele morre instantaneamente enquanto seu carro pega fogo alguns momentos depois. A equipe toda está arrasada...

Como homenagem, Osella decide, após convocar Piercarlo Ghinzani, a correr apenas com Jean-Pierre Jarier no final da temporada. Completamente desanimado com tantas quebras no carro, partiu para a Ligier no final de 82.

 

Para a temporada de 1983, Osella teve que encontrar um motor turbo para não ficar para trás. A Alfa Romeo vem em auxílio de Osella.
Mas, incapaz de oferecer à equipe um motor turbo imediatamente, Osella acabou com um Alfa V12 em seus FA-1Ds. O FA-1E aparece no Grande Prêmio de San Marino, mas apenas Piercarlo Ghinzani se beneficia dele. A decepção e a raiva são grandes ao ver Piercarlo não conseguir se classificar, enquanto seu companheiro de equipe Corrado Fabi no carro velho e no motor velho consegue!

Isso vai acontecer com frequência nesta temporada e temos que esperar o Grande Prêmio da Inglaterra para ver as coisas melhorarem. É neste mesmo Grande Prêmio que Fabi finalmente tem o seu. Entre eles, só viram a finalização três vezes. O motor é muito frágil e o manuseio muito ruim. A situação está se tornando alarmante para a pequena equipe Osella...

 

Em 1984, Ghinzani começou a temporada sozinho com seu FA-1E, sem muito sucesso. Guiseppe Petrotta projeta o FA-1F que aparece durante o Grande Prêmio do Brasil. É de qualidade muito melhor do que os carros anteriores, mas o motor Alfa ainda é ruim, mas quando dura uma distância de corrida mostra bom potencial e é assim que Ghinzani e Gartner ganham 2 pontos cada.

 

A temporada de 1985 viu Osella começar com o chassi antigo como de costume e, portanto, encontramos o FA-1F na pista do Brasil e de Portugal, onde Ghinzani alcançou resultados medianos. O novo FA-1G chega a San Marino, mas é um desastre. Novamente, quando o carro consegue cruzar a bandeira quadriculada, está longe, muito longe mesmo, a 14 voltas do vencedor! E mesmo que Ghinzani decida dar um passo atrás para dar lugar a Huub Rothengatter durante a temporada, a equipe vem mostrando cada vez mais uma preocupante não competitividade.

"Querer julgar os pilotos do Osella equivale a examinar as obras de pintores munidos de pincéis sem pêlos" lia-se na imprensa especializada no início da temporada de 86. Ghinzani mantém o mesmo equipamento, enquanto Christian Danner, estreante, deve lidar com equipamentos de dois anos! Ele pilota um velho FA-1F. Pelo menos ele tenta...

 

Danner fugiu rapidamente para Arrows e Allen Berg o substituiu. Ele vê o final com bastante frequência, mas de longe. Ele só recebe um FA-1G durante o Grande Prêmio da França. Grande Prêmio onde Ghinzani o tem, o FA-1H que permanece na continuidade do que Osella fez até agora com sempre esse maldito motor Alfa sob o capô, dizemos a nós mesmos que Enzo Osella deve ter realmente adorado Alfa Romeo para entregar tal teimosia ! Berg tem permissão para testar o FA-1H no Grande Prêmio da Inglaterra. O carro sendo tão lamentável, essas são suas duas únicas aparições. Em uma temporada vemos todos os tipos de Osella passarem pelas mãos dos pilotos mas nada de concreto acontece.

 

Tarquini dirige um FA-1G para a abertura da temporada no Brasil. Foi neste mesmo Grande Prêmio que o FA-1I foi lançado com Alex Caffi ao volante. Este carro é uma "carnificina" a nível técnico: 13 Grandes Prémios em 16 onde nenhum Osella passou a bandeira axadrezada, sendo os outros três justificados pelo facto de não terem largado. "Carnificina" é a palavra para a situação porque se sucederão todo o tipo de avarias: motor, caixa de velocidades, faltas de combustível evitáveis, falha do turbo, suspensões, problemas elétricos diversos, etc... .

De salientar que Forini aparece durante algumas corridas mas deve o seu lugar ao facto de ser um piloto pagante.

 

A temporada de 1988 começou com, como sempre, o carro da temporada anterior. O motor Alfa Romeo é renomeado Osella. Escusado será dizer que não vai mudar muito. O FA-1L chega a San Marino e é considerado não conforme devido a um conjunto de pedais que está localizado incorretamente no carro (deveria estar localizado atrás do eixo dianteiro de acordo com os regulamentos). Tudo voltou ao normal em Mônaco, mas Nicola Larini está passando pelas mesmas dificuldades de seus antecessores.

 

Em 1989, os motores turbo foram banidos da Fórmula 1. Osella assumiu o controle do Ford Cosworth V8 e inscreveu dois carros na corrida.
Larini e Ghinzani terão dificuldade em se classificar para a FA-1M. Este último completamente desgostoso decide retirar-se no final de uma época em que não vemos o fim de uma corrida. As dificuldades estão se acumulando para Osella. As finanças estão no vermelho e as guerras internas impedem o bom funcionamento da equipe. Mesmo sem conseguir colocar dois carros na corrida, Osella contratou Olivier Grouillard, demitido da Ligier. Ele só vê a chegada de um Grande Prêmio quatro vezes, mas mostra potencial real.

Durante o primeiro Grande Prêmio da temporada, ele alcançou a façanha de se classificar em oitavo lugar com seu FA-1ME. Diante de problemas financeiros cada vez mais graves, Enzo Osella decide vender o que resta de Osella para Gabriele Rumi.

 

A equipe então leva o nome de Fondmetal.

Alícia"
 
Clique na logomarca da equipe para ver os modelos em papercraft
 
 
Fundador: Enzo Osella
Nação: Itália
Site da equipe: https://www.osella.it/
Primeiro Grande Prêmio: África do Sul 1980
Último Grande Prêmio: Austrália 1990
Melhor resultado:
Melhor posição no grid:
 

Nesse dia: 29/01/1978 Emerson Fittipaldi chega em segundo no GP do Brasil com a Copersucar

 Copersucar Fittipaldi - Em 29 de janeiro de 1978, no recém inaugurado autódromo de Jacarepaguá Emerson Fittipaldi com seu Copersucar F5A consegue a façanha de chegar em segundo lugar na prova,  deixando gigantes como Ferraris e McLarens pra trás conseguiu esse feito histórico.

Hoje fica essa homenagem à grande equipe brasileira que diferente do que se pensava à época era uma baita equipe, longe de ser medíocre. Infelizmente durou apenas até o início dos anos 80 por falta de apoio financeiro.




Nesse Dia: 26/01/1975 Única vitória de José Carlos Pace na Formula 1

 Moco - Num 26 de janeiro de 1975 acontecia a primeira e única vitória de José Carlos Pace, o Moco, justamente no Grande Prêmio do Brasil, em Interlagos. Seguido logo atrás, em segundo Emerson Fittipaldi.

Com sua Brabham BT44B, carro usado na temporada anterior Pace venceu depois de ter largado em 6º no grid, com Jarrier tendo sido o pole. Mas na volta 40, com problemas de combustível teve que abrir mão da liderança e o brasileiro assumiu a ponta até a chegada em primeiro.

Uma página linda no automobilismo escrita por esse grande piloto que nos deixou em 1976 num acidente de avião.

Fica aqui uma homenagem ao grande Moco.


Clique aqui para baixar o modelo em papercraft


Pace festejando sua vitória no GP do Brasil de 1975



De A a Z - História das Equipes da Formula 1 - Minardi

 

Filiação:
Minardi (1985-2005) Toro Rosso (2006-2019) AlphaTauri (2020-)


"Vinte anos de presença na F1, sem vitória, pole, recorde de volta ou pódio, somando pontos aqui e ali. Vinte anos magros, mas vinte anos de presença para uma equipe pequena, o que hoje em dia é uma façanha.

 

Giancarlo Minardi começou a correr com sua equipe na Fórmula 2 em 1974, com um chassi Chevron e um motor Ferrari V6. A Minardi nasceu em 1980, ainda na F2. Em 6 de setembro de 1981, Michele Alboreto, que havia acabado de estrear na F1, conquistou a única vitória da Minardi, no Grande Prêmio do Adriático de Fórmula 2. Em 1983, Nannini conquistou o sétimo lugar na classificação. E em 1985, ano em que o F3000 substituiu o F2, a Minardi fez sua estreia na categoria principal.

 

Para sua primeira temporada, a Minardi está inscrevendo apenas um carro, com o campeão europeu de F3 Pierluigi Martini nos comandos. É o início de uma longa associação, já que o piloto italiano vai correr 102 Grandes Prêmios pela Minardi. A primeira temporada termina com um placar limpo para a equipe. Em 1986, agora são dois carros, um com Nannini e outro com De Cesaris. O número de pontos continua bloqueado em zero, o mesmo da temporada de 1987. As três primeiras temporadas sem somar pontos, um duro golpe.

 

Em 1988, após um início de temporada malsucedido, Minardi chamou Martini de volta no Grande Prêmio dos Estados Unidos. E finalmente, depois de cinquenta e dois Grandes Prêmios secos, Minardi marcou seu primeiro ponto. A equipa vai ainda melhor no ano seguinte, com duas provas importantes: os dois carros nos pontos na Grã-Bretanha, e Martini que, em Portugal, faz a única volta à frente da equipa Minardi. Em 1990, a equipe não pontuou mais, mas Martini conseguiu se colocar na segunda posição do grid dos Estados Unidos, a 0'067 de Berger. Os pontos voltaram em 1991, que foi provavelmente a melhor temporada. Com motor Ferrari, Martini terminou em quarto lugar em Portugal, a 10 segundos do pódio, e a equipe terminou em sétimo no campeonato com seis pontos.

 

Em 1992, a Martini partiu para a Dallara, a Minardi, movida a Lamborghini, deu as boas-vindas a Christian Fittipaldi, sobrinho do campeão mundial Emerson Fittipaldi. É ele quem vai trazer de volta o único ponto da temporada, no Japão. Em 1993, Martini voltou e os Minardis foram novamente movidos pela Ford-Cosworth. A equipe alcança sua maior pontuação: sete pontos. Desde o primeiro Grande Prêmio da temporada, Fittipaldi ocupa o quarto lugar. Mas, paradoxalmente, Martini não marca nada. Em 1994, Martini terminará duas vezes em quinto e Alboreto em sexto. Em 1995, foi o português Pedro Lamy quem garantiu um ponto para a Minardi na final. Então é a debandada.

 

A Minardi não somou nenhum ponto nas três temporadas seguintes, apesar das passagens de Fisichella e Trulli. Em 1999, Marc Gene pôs fim a uma série de sessenta e duas corridas sem pontos, ao terminar em sexto no Grande Prêmio da Europa. Então, em 2000, nada, a Minardi sendo condenada no final do grid. Mesmo show em 2001. Em 2002, o australiano Mark Webber conseguiu o quinto lugar na abertura do Grande Prêmio da Austrália, aproveitando uma largada com vários carros fora da corrida. Em 2003, apesar de uma escala que dava pontos aos primeiros oito, a Minardi não pontuou, no Canadá Verstappen terminou em nono apesar de onze abandonos. Em 2004, Baumgartner terminou em condições semelhantes em Mônaco, e quase o fez nos EUA, antes de Fisichella se retirar, dando ao húngaro e à Minardi o ponto de oitavo lugar. A temporada de 2005 teria sido uma temporada como qualquer outra, não fosse o caso da Michelin em Indianápolis. A partir daí, os pilotos da Minardi viram-se impulsionados no final da corrida para a quinta e sexta posições para Christijan Albers e Patrick Friesacher, substituído posteriormente por Robert Doornbos.

 

No final da temporada de 2005, a Minardi foi vendida para Dietrich Mateschitz, chefe da Red Bull, que assim formará uma segunda equipe, chamada Toro Rosso. O fim de uma aventura extraordinária.

Julien"
 
 
Clique na logomarca da equipe para ver os modelos em papercraft
 
 
 
Fundador: Giancarlo Minardi
Nação: Itália
Site da equipe: http://www.minardi.it/
Primeiro Grande Prêmio: Brasil 1985
Último Grande Prêmio: China 2005
Melhor resultado:
Melhor posição no grid:
 
fonte: www.statsf1.com