30 de dezembro de 2014

Brasília LS 1980

(Começando a gostar da coisa...) Meu primeiro modelo 100% meu! Nadinha de cópias nem de modelos base. Saiu 100% do meu CorelDraw. É que não sei modelagem 3D ainda, então fiz tudo no rumo. Baseado em fotos e dados de blogs com especificações do carro.
Espero que curtam a única Brasília de papel (pelo menos no Google não achei nenhuma).






 Detalhe pra aquela coisinha que até hoje não sei o nome, pra quem tá no banco de trás se segurar quanto vai sair do carro.





O modelo dessa vez tem como ser montado por quem quiser, mas ainda vou fazer alguns ajustes pois continha muitos erros, e duvido que vou conseguir consertar todos. Então quem estiver disposto a pegar o boi pelo rabo e quiser ajustar algumas coisas me deixe o email nos comentários que vou enviando conforme eu for recebendo. Repito: tem muito ajuste a fazer!

Atualizando: algumas pessoas viram semelhança com a Variant II. Procede, pois a Variant II tem a frente bem mais quadrada e estreita que a Brasília. Como o modelo é de papel e não teve modelagem em 3D acabou ficando bem mais quadrada do que eu gostaria. Mas não é uma Variant II, ok?



15 de dezembro de 2014

Maverick GT V8

(Cadê você, João?) Faz anos que esse Mavecão tá na geladeira pra fazer. É um modelo desenvolvido pelo João Carlos do Cemodelazil. Fiz várias alterações no modelo original, mas a "alma" é a mesma.
Meu pai teve um Maverick. Pena que não era um GT, mas era lindo. Cor de vinho escuro, com calotas cromadas. Brilhava muito o Maveco. Eu adorava aquele carro.
Só que mais uma vez não vou deixar o link com minhas modificações, pois foram todas feitas no caminhar da montagem, ou seja, sem esquema.





Montagem do velocímetro e marcador de combustível. E minha mulher ainda queria que eu fizesse o carro menor!






Painel pronto.



Interior montado.


Nos para-choques, parachoques, para choques ou seja lá como se escreve, eu me aventurei "cromando" o dito cujo com papel alumínio. Cromei também os frisos dos vidros. Ficou uma m#$%@ mas dá pro gasto.





Esse carro não tinha interior. Como não sei (ainda) modelar em 3D eu peguei emprestado esse interior de um Camaro do Transformes. Praticamente encaixou nesse modelo. Só precisei acertar a escala e encurtar um pouco no comprimento, mas a largura e altura das portas bateu certinho. Troquei as cores dos bancos, que tinham a faixa central amarela. E redesenhei os forros de porta também. O painel eu recriei todo na "raça", olhando fotos e desenhando. O velocímetro e marcador de combustível eu peguei (acreditem!) dos faróis de um Jaguar do site da Canon e redesenhei.
As rodas foram "emprestadas" também do Camaro, pois combinaram perfeitamente com esse V8.
Como o blog do João tá desatualizado eu coloquei à disposição o arquivo original para download sem as alterações que fiz. Clica aqui!






5 de dezembro de 2014

Fusca Carlos Manzeti - Divisão 3

Esse carro está impresso na minha memória desde o início da década de 1980. Eu o desenhava e redesenhava inúmeras vezes no caderno da escola. Fosse em lápis preto apenas ou colorido. Canetinha ou caneta azul. O que tivesse nas mãos eu dava um jeito de desenhá-lo. E em vários ângulos. De frente, de lado, de "fianco". Esse carro era meu pai quem pintava.
Ele correu pela extinta Divisão 3 entre meados da década de 1970 e 1980. Teve várias versões, mas esta ficou gravada na minha memória até hoje.
Esse foi o primeiro carro de corrida que tive contato direto. Eu passava as tardes na oficina em que meu pai era pintor de carros, e lá estava ele guardado. Eu ficava horas olhando cada detalhe. Cada curva. Cada alteração que era feita em relação ao Fusca de rua.
Alegria maior foi quando meu pai me levou a Interlagos para ver esse Fusca azul com faixas amarelas correr. Rasgar a reta urrando. Não sem antes ter andado por todo o grid olhando cada carro alinhado.
A culpa desse meu gosto por carros e automobilismo é toda do meu pai. Esse tipo de coisa não sai da memória nunca. Lembro disso tudo como se tivesse ido semana passada. Sinto o cheiro de gasolina e borracha queimada até agora. Automobilismo é algo que se mistura no sangue, mesmo que você nunca mais participe diretamente de uma competição. Que nunca mais entre num autódromo.
E essa foi a maior herança que meu pai me deixou: ser apaixonado por carros. Obrigado, Miguel Massa Filho.














Infelizmente não deixarei link para esse carro pois eu fui "construindo" conforme ia montando. Portanto não há um esquema. Várias peças eu fabriquei no processo, as alterações em relação ao modelo original foram várias. Mas deixarei o link para o modelo original, que se for montado dará um belo Fusquinha. Em uma versão amarela e uma com com o desenho do Herbie. Segue o link aqui.